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Lista apresentada, no passado dia 22 de Junho, reuniu consenso entre todos os empresários.
“Quero agradecer a confiança que em mim depositam com esta designação para presidente da Direcção do Instituto Empresarial do Tâmega (IET), que muito me honra. Queria afirmar, desde já, a minha motivação e vontade de levar a bom porto o desenvolvimento deste Instituto”, afirmou Carlos Costa, docente da Universidade do Porto, indigitado pela Câmara Municipal de Amarante para presidir à Direcção do IET.
Carlos Costa apresentou uma proposta para a composição dos órgãos sociais desta organização, que foi aprovada por unanimidade pelos empresários presentes na reunião. Para presidir à Mesa da Assembleia-Geral foi escolhido o presidente do Conselho de Administração da Mota-Engil, António Mota. Para secretários de mesa, o presidente do Conselho de Administração da AMC, Alexandrino Matias, e o presidente do Conselho de Administração da Metalocardoso, António Mendes Cardoso.
No Conselho Fiscal, a presidência fica a cargo de Jorge Martins, do Banco Espírito Santo (BES). Como vogais ficam os empresários António Coutinho, Administrador do Grupo MCoutinho, e José Mendes, Administrador da Momel.
Já a Direcção do IET é formada por Carlos Costa, Director da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP); Luís Ramos, indigitado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD); Luís Miguel Ribeiro, em representação da Associação Empresarial de Amarante (AEA); Pedro Barros, em representação dos ‘Parques do EDT’ e ainda Alexandra Matias (Administradora da AMC).
Relativamente ao Conselho Consultivo, este será composto por Emídio Gomes, Pró-Reitor da Universidade do Porto (UP); António Mexia, presidente da EDP; Sérgio Figueiredo, Administrador-delegado da Fundação EDP; Paula Mota, da Mota-Engil; Jorge Sampaio, director da Escola Secundária de Amarante (ESA); Paulo Portela, presidente da Associação Empresarial de Baião (AEBaião); Daniel Bessa, Economista e docente universitário; Luís Valente de Oliveira, Administrador da Associação Empresarial de Portugal (AEP); e Paulo Pinto, director da Escola Profissional António do Lago Cerqueira, em Amarante.
Modelo da “Hélice Tripla”
Como relembrou o presidente da Direcção do IET, “a missão fundamental é tornar este Instituto Empresarial do Tâmega um instrumento activo e efectivo para o desenvolvimento desta região”.
Carlos Costa explicou, ainda, que uma organização como o IET tem “como fundamentos o chamado modelo da ‘Hélice Tripla’, que tão bons resultados tem dado quando devidamente aplicado no desenvolvimento de várias regiões europeias”. Este modelo pressupõe uma cooperação de grande cumplicidade, e não de favorecimento, mas de alinhamento de esforços entre as instituições governamentais, neste caso o Município de Amarante e as restantes Câmaras do Baixo Tâmega, as Instituições do Sistema Científico e Tecnológico Nacional, os empresários e respectivas associações.
Durante a sua intervenção, Carlos Costa frisou que o propósito destes órgãos sociais passa por “ligar a rede que acabou de ser constituída, a outras redes nacionais e internacionais existentes”, de forma a proporcionar em particular a estes últimos, oportunidades de contacto entre os associados do IET e os associados de outros Institutos semelhantes. Mas, realçou que tudo isto só é possível com o apoio de todos os empresários. “O IET não vai resolver os problemas de negócios de hoje, no entanto, com a vossa colaboração potenciará decisivamente o desenvolvimento económico e social desta região e, como compreenderão, terá influência positiva nos negócios de amanhã que, neste caso, significa o futuro”, assegurou, acrescentando, ainda, que este é um investimento com retorno, mas não a curto prazo, pois o seu poder multiplicador, através da aquisição de valor, só será sentido a médio prazo. “Estou certo que este esforço compensará com os benefícios que a todos irá trazer”, concluiu.
O IET será uma incubadora de base tecnológica onde poderão crescer novos negócios e novos empresários. Estará centrado para acolher iniciativas empresariais de base tecnológica e ajudar ao respectivo desenvolvimento.
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