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No passado dia 13 de Dezembro, a Associação Empresarial de Amarante (AEA) participou numa audição sobre “Comércio Tradicional e Comércio Electrónico”, na Assembleia da República. A sessão foi promovida pela Comissão de Assuntos Económicos, Inovação e Energia e a Instituição amarantina foi a única convidada, das zonas do Baixo Tâmega e Vale do Sousa, a estar presente, representada pelos membros da Direcção.
Na sua intervenção, o presidente da AEA destacou a importância do apoio do MOD COM, mas também os seus constrangimentos. “Este apoio tem sido muito importante para criar dinâmicas no centro histórico de Amarante e para o Comércio Local”, frisou Luís Miguel Ribeiro. No entanto, e apesar de ser importante, esclareceu que acarreta “alguns constrangimentos: “o atraso na recepção desta ajuda causa-nos uma série de problemas. Em relação ao ano de 2009, nem todo o pagamento foi cumprido. O mesmo se passa em relação ao ano que agora termina. E, em 2011, esta ajuda não foi aprovada, pelo que será um ano que se perspectiva difícil.”
Tendo o Comércio “uma função económica muito importante”, mas também “uma função social”, a de trazer gente aos centros históricos, o dirigente defende “uma acção concertada entre as associações empresariais e as autarquias”, como forma “de tudo poder funcionar melhor”.
Na conclusão da sua intervenção, Luís Miguel Ribeiro mostrou acreditar que as “Associações Empresariais vão ter um papel cada vez mais importante, no futuro, pelo que é fundamental definir o seu estatuto, a forma como deverão funcionar e aquilo que se espera que façam” para o desenvolvimento do tecido económico e empresarial local. “Acredito que as pequenas e médias empresas vão precisar cada vez mais de instituições que as possam defender, que lutem pelos seus direitos e que as possam representar, sempre que necessário, tal como aqui o faz, hoje, a AEA”, evidenciou.
O dirigente referiu, ainda, que “se as Associações Empresariais e as empresas fossem olhadas e ajudadas de outra forma, provavelmente, não seria necessário gastar tanto dinheiro em subsídios de desemprego e outros apoios sociais”.
Da ordem de trabalhos desta audição pública constou um debate sobre Comércio Electrónico, da parte da manhã, em que se discutiu o “Novo paradigma económico - Economia na Internet”; “Ameaças e Oportunidades”; “Ameaças e oportunidades”; “Operadores e infra-estruturas de suporte”; “Quadro legal”.
A tarde ficou reservada para a discussão de assuntos relativos ao Comércio de Proximidade, como o “Alargamento dos horários das grandes superfícies”; “Papel das Autarquias Locais”; “Quadro legal”; “Soluções inovadoras e desafios para o sector”, e ainda “Políticas públicas (MOD COM , Licenciamento)”.
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